sexta-feira, 22 de junho de 2018

J. Borges - 80 Anos

J. Borges - 80 Anos

O quê: A exposição apresenta a trajetória de vida do xilogravurista e cordelista pernambucano J. Borges, cujas obras retratam o cotidiano do agreste e elementos culturais nordestinos. Apresenta também obras assinadas por J. Miguel e Manassés Borges, filhos e aprendizes do artista, além de exibir uma cinebiografia sobre sua vida e obra dirigida pelo jornalista Eduardo Homem.
Quando: De 7/6 a 22/7. Terça a domingo, das 9h às 21h. Entrada franca.
Onde: CAIXA Cultural Brasília (SBS Quadra 4 Lotes 3/4 | Brasília - DF)
Informações: (61) 3206-9448 | www.caixacultural.gov.br
FONTE: Boletim eletrônico e-museus nº 694

Maria Auxiliadora: vida cotidiana, pintura e resistência

O quê: A exposição apresenta 82 obras da artista Maria Auxiliadora (Campo Belo, Minas Gerias, 1935 – São Paulo, 1974), que cresceu em uma família de artistas brasileiros autodidatas integrantes do movimento negro. A ideia é renovar o interesse na original produção da artista, ampliando as leituras sobre sua vida e obra para além dos rótulos que associaram à arte chamada “popular”, “primitiva”, “naif” ou “afro-brasileira”.
Quando: Até 10/6.
Onde: Museu de Arte de São Paulo (Av. Paulista, 1578 | São Paulo – SP)
Informações: masp.org.br
FONTE: Boletim eletrônico e-museus nº 694

sábado, 16 de junho de 2018

Exposição no Sesc Tijuca homenageia Leandro Gomes de Barros

Fonte: http://www.sescrio.org.br/noticia/12/06/18/exposicao-no-sesc-tijuca-homenageia-patrono-da-literatura-de-cordel
RIO DE JANEIRO - O Sesc Tijuca abre nesta sexta-feira (15/6), às 18h, a exposição “Cordel e Cantadores - Brasil, a República do Cordel”, em evento que integra as celebrações pelos 100 anos de falecimento do poeta Leandro Gomes de Barros (1865-1918), considerado um dos patronos da literatura de cordel, sendo o primeiro a montar uma estratégia de distribuição nacional. A cerimônia de abertura contará com a presença do ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, que receberá do presidente da Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC), Gonçalo Ferreira da Silva, a medalha Leandro Gomes de Barros, maior honraria da academia.
A mostra apresenta a história do cordel e da arte de xilogravura, dois importantes destaques da cultura nordestina. O público terá acesso a uma coleção com cordéis de Leandro Gomes de Barros, obras que até os dias de hoje são reeditadas e estão entre as mais vendidas em todo o território nacional. Também estará em exibição uma coleção de cordéis comemorativos do Centenário de Juazeiro do Norte (2011), município fundado por Padre Cícero, um dos maiores incentivadores do cordel e das expressões culturais e artísticas nordestinas. Estampas obtidas através da xilogravura para capas e ilustrações de cordéis, assim como xilogravuras em alto relevo sobre madeira, também estão entre os destaques da exposição.
Os itens estarão expostos em ambiente que levará os visitantes a uma viagem ao nordeste. Um boneco com a imagem de Leandro Gomes de Barros, confeccionado pelo artista plástico Pedro Ferreira, dará as boas-vindas aos visitantes. Uma barraca de praça, onde tradicionalmente os cordéis são vendidos em cidades do nordeste e em feiras típicas do sudeste, compõe a ambientação da exposição, que contará ainda com imagens de Padre Cícero em borracha reciclada, uma alusão ao engajamento do sacerdote cearense às causas ambientais.
Um item da exposição chama a atenção para a condição do cordelista imigrante em tempos de censura: uma maleta de cordéis em que os artistas levavam suas obras para comercializar nas praças no sudeste do Brasil. A peça lembra os cordelistas que foram perseguidos pela polícia sob a acusação de escrever sobre temas de liberdade social e igualdade entre os povos.
A exposição fica em exibição no Sesc Tijuca até o dia 17 de agosto. Depois, parte para o Sesc Campos, no norte do estado, onde fica entre 5 de setembro e 31 de outubro. O Sesc Nova Iguaçu recebe a mostra de 10 de novembro a 30 de dezembro. A mostra compõe o projeto O Nordeste é Aqui no Sesc RJ, cujo objetivo é preservar as tradições nordestinas e refletir sobre sua importância para o Rio de Janeiro e o restante do país. Além de exposições, a iniciativa conta com uma programação com cursos, oficinas, debates, shows e outras atividades alusivas à cultura nordestina. A programação completa, que se estende até dezembro, pode ser consultada em www.nordesteaquisescrj.com.br.  
Cordelteca do Sesc Tijuca – A abertura da exposição marca também a inauguração da Cordelteca do Sesc Tijuca, que ganhou o nome do presidente da ABLC: Gonçalo Ferreira da Silva. Trata-se da 27ª cordelteca chancelada pela academia no país – a 4ª no estado do Rio. O espaço, que fica dentro da biblioteca da unidade, é inaugurado em um momento importante para essa manifestação artística: a literatura de cordel está prestes a ser reconhecida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como Patrimônio Imaterial Brasileiro. Para celebrar a abertura da exposição e da cordelteca, o cantor Junu, idealizador da festa e do bloco Terreirada Cearense, apresenta show com seu repertório de canções com ritmos nordestinos, como baião, xaxado, samba, xote, ciranda, marcha, cabaçal e coco. Haverá também apresentação de cordelistas do Rio e de São Paulo. Entre as personalidades ilustres que confirmaram presença no evento estão o cantor e compositor Moraes Moreira e o poeta Mestre Egídio, de Juazeiro do Norte.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

ABRAÃO BEZERRA BATISTA


ABRAÃO BEZERRA BATISTA (Juazeiro do Norte, Ceará, 4/4/1935). Cordelista, xilógrafo, biólogo, professor aposentado da Universidade Regional do Cariri (URCA). Reside até hoje em Juazeiro do Norte e continua em plena atividade, aos 81 anos. Publicou seu primeiro folheto em 1968, intitulado “Primeira entrevista de um repórter de Juazeiro do Norte com 44 Santos cassados”. Escreveu centenas de folhetos sobre a história da cidade de Juazeiro do Norte, sobre o cangaço, sobre a política nacional e local. Além destas temáticas escreveu também dezenas de folhetos de histórias ficcionais, próximas do gênero do realismo fantástico. Participou de inúmeras exposições como xilógrafo em galerias e museus em todo o país. Um dos autores da literatura de cordel com maior número de títulos publicados no Brasil. Sobre Abraão Batista já foram publicados inúmeros artigos de jornais - escritos por pesquisadores da literatura de cordel, da xilogravura e por jornalistas. Algumas entrevistas e documentários estão disponíveis na internet, onde é possível ter uma perspectiva de seu trabalho e de seu processo criativo. Em 1984, durante sua gestão como secretário de cultura de Juazeiro do Norte, participou ativamente da criação do Centro de Cultura Popular Mestre Noza para abrigar a produção artística e artesanal da Associação de Artesãos do Padre Cícero. Além de autor de folhetos, Abraão Batista também se notabilizou como importante xilógrafo, tendo ilustrado centenas de folhetos de sua autoria e emprestado seu traço artístico para ilustrar poemas de outros autores brasileiros. Sua virtuose como xilógrafo se tornou reconhecida no âmbito da arte plástica, tendo participado de diversas exposições em galerias e museus. No artigo intitulado A gravura matuto-barroca da terra do Padre Cícero, publicado em 1981, o pesquisador e colecionador Jeová Franklin (1941-2013), divide a xilogravura popular em duas “escolas” distintas: a “Escola de  Juazeiro”, que teria como principais representantes, além de Abraão Batista, Walderêdo Gonçalves, Mestre Noza e Stênio Diniz e a “Escola de Caruaru”, cujos representantes são Dila, J. Borges, José Costa Leite e Francisco Amaro. No artigo A via sagra da gravura sertaneja, publicado em 1981, Jeová Franklin afirma o seguinte: “depois de um período de apogeu como elemento de ilustração das capas de cordel (décadas de 30 e 40) a xilogravura começou a passar por uma fase de rejeição de seu público tradicional (Nordeste rural) chegando a ser vista como atividade em extinção. Mas com ajuda estrangeira ela reagiu, se impôs como meio de expressão, e agora chega a disputar espaço físico com o televisor em casas de classe média de Olinda e Recife, preenchendo como símbolo de bom gosto e de autenticidade cultural o vazio deixado pelo meio eletrônico” (p.41). A produção de gravuras de Abraão Batista se inicia justamente no momento (final da década de 1960) em que esta arte plástica passa a obter o interesse de pesquisadores e colecionadores, além de galeristas e críticos de arte brasileiros e extrangeiros.

Fontes:
FRANKLIN, Jeová. A gravura matuto-barroca da terra de Padre Cícero. O povo, Fortaleza, 09.07.1981.
FRANKLIN, Jeová. A via sagra da gravura sertaneja. Revista Interior, v. 7, nº 39, Brasília, jul-ago, 1981, p. 40-41.
FRANKLIN, Jeová. Xilogravura popular na literatura de cordel. Brasília: Lge Editora, 2007.

ABC


ABC: composição muito comum na literatura de cordel em que cada verso começa com uma letra do alfabeto. Por esta razão, os poemas escritos na modalidade ABC foram bastante utilizados no processo de letramento e de alfabetização no sertão nordestino, uma vez que cada verso é associado a uma letra e auxilia na memorização do alfabeto e das palavras.
Em decorrência do Primeiro Congresso de Folclore, realizado de 22 a 31 de agosto de 1951 na cidade do Rio de Janeiro, o ABC foi identificado como integrante da poesia popular mnemônica, assim como o Pelo Sinal, as xácaras, as loas e motes.
No livro Glossário da poesia popular, do cantador e pesquisador José Alves Sobrinho, há uma definição bastante apropriada do gênero ABC. Um exemplo de como os poetas da literatura de cordel compõem o ABC está nas três primeiras estrofes do folheto ABC da caída do Zebu, de autoria de Adolfo Mariano:
A caída do zebu
Para muitos foi um fracasso
Tem caboclo jururu
Que mostrava ser ricaço
Outros ficava quase nu
No mundo marcando passo.

Base ninguém tinha certa
Pra entrar nesse mercado
Por isso a fivela aperta
Mormente nos abastados
Eu também choro pelas ofertas
Que eu enjeitei pelo meu gado

Comigo foi engraçado
Eu gozo em contar
Invés de eu vender meu gado
Desenvolvi a comprar
Se hoje vivo apertado
Tem muito para consolar (MARIANO, s.d., p. 7).

Fontes:
ALVES SOBRINHO, José. Glossário da poesia popular. Campina Grande: Editel, UFPB, 1982.
MARIANO, Adolfo. ABC da caída do Zebu. Goiânia: Oriente, [19-]. Disponível em: http://docvirt.com/docreader.net/docreader.aspx?bib=cordel&pasta=&pesq=ABC%20da%20caida%20do%20Zebu. Data de acesso: 16 jun. 2016.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Concurso Sílvio Romero, edição 2018

Estão abertas as inscrições para o “Prêmio Sílvio Romero de Monografias sobre Folclore e Cultura Popular”, organizado pelo Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (CNFCP/Iphan), e direcionado a trabalhos inéditos sobre temas de folclore e cultura popular. O valor é de R$25mil para o primeiro lugar e de R$20 mil para o segundo. O objetivo é fomentar a pesquisa, estimulando a diversidade e atualização da produção de conhecimento no país nesse campo de estudos. As inscrições vão até o próximo dia 18 de junho.
   
Só poderão participar brasileiros natos, naturalizados ou estrangeiros residentes no Brasil. O trabalho a ser inscrito poderá ser individual ou de equipe. Deverá ser inédito, de autoria do(s) participante(s) e escrito em português. São considerados inéditos os textos inseridos em documentos de circulação restrita a universidades, congressos, encontros e centros de pesquisa. Há ainda algumas restrições de inscrição que podem ser consultadas nos itens 4.4 a 4.8 do edital.
   
O trabalho deve ter caráter monográfico e ser enviado por e-mail, em arquivo PDF, para concurso.cnfcp@iphan.gov.br. O envelope lacrado com os dados de identificação deverá ser entregue no CNFCP, na Rua do Catete, n° 179, Catete, Rio de Janeiro/RJ, CEP 22.220-000, até as 18 h do dia 18 de junho. O envio também pode ser feito pelos Correios, com registro de postagem até a referida data.

As monografias concorrentes deverão demonstrar: contribuição ao aprofundamento e renovação dos estudos de folclore e cultura popular; originalidade no tema e abordagem; domínio de bibliografia especializada; consistência na argumentação e clareza na apresentação dos resultados, entre outras características.
    
http://www.cnfcp.gov.br/interna.php?ID_Materia=469

quinta-feira, 8 de junho de 2017

domingo, 7 de maio de 2017

Por Mara Rovida Ferreira
“Quando, nos ambientes acadêmicos ou na mídia, o nome de Guy Debord é mencionado, normalmente ele é associado à expressão “sociedade do espetáculo”, geralmente entendida como o “inevitável domínio da mídia” na contemporaneidade ou o desejo, pretensamente natural, que as pessoas têm de “aparecer”.” Com essas palavras o organizador do livro ‘Cultura, Comunicação e Espetáculo’, Claudio Novaes Pinto Coelho, nos insere nessa obra de assinatura coletiva em que o espaço urbano, o teatro e os movimentos sociais são observados num momento em que as relações sociais estão cada vez mais próximas de uma forma superficial e esvaziada, como pensado por Guy Debord.
O livro, editado pela Paulus, é resultado do trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa Comunicação e Sociedade do Espetáculo, coordenado por Coelho na Faculdade Cásper Libero. “Pelos textos reunidos neste livro, é possível identificar um projeto de fundo que os alimenta, e que está presente desde a primeira formação deste grupo de pesquisa: como pensar criticamente? Uma tentativa de compreender nosso entorno político, cultural e artístico à luz do pensamento crítico, este mesmo, também, em processo de construção, sendo exposto e colocado à prova”, sintetiza Antonio Luiz Gonçalves Junior, um dos autores da obra. A diversidade dos temas e enfoques apresentados nos capítulos da publicação reflete a própria dinâmica do grupo de pesquisa composto por estudiosos com experiências e formações variadas que vão das artes cênicas às ciências exatas, passando pela comunicação e pelas ciências sociais.
Dada essa variedade de perspectivas que se encontram e se aproximam pela vertente crítica do pensamento debordiano, o livro está organizado em três partes. A primeira delas é dedicada à reflexão do espaço urbano, dos ambientes virtuais e das formas de interação nesse momento da sociedade capitalista – nomeado por Debord de Sociedade do Espetáculo. Embora a crítica marxista seja um fio condutor, pela própria influência de Guy Debord, a busca por alternativas ao espetáculo (esvaziamento de sentido) é contemplada em alguns capítulos. A cultura popular, por exemplo, aparece como alternativa possível à cultura espetacular.
A segunda parte tem forte assento nas artes cênicas. Os grandes musicais apresentados como modelos padronizados, por um lado, indicam o domínio das relações espetacularizadas e as apresentações experimentais, por outro lado, respaldam a possibilidade da arte como forma de resistência. Já na terceira parte do livro, os movimentos sociais em recentes mobilizações, como as Jornadas de Junho de 2013, são observados na dupla perspectiva, o espetáculo e a resistência ao esvaziamento de sentido.
Para Coelho, o principal objetivo do trabalho condensado no lançamento da Paulus é chamar a atenção para a naturalização do espetáculo.  “Além disso, a obra pretende, também, enfatizar que Debord atribuí um papel fundamental para a cultura. Por um lado, ela é um elemento decisivo para a reprodução da sociedade do espetáculo,  a partir do momento em que vivemos numa cultura marcada pela articulação entre a produção e o consumo de imagens e a produção e o consumo de mercadorias. Mas, por outro lado, a cultura pode servir também para  a crítica do capitalismo como modo de vida, por intermédio da produção de formas alternativas de comunicação, quer seja no espaço virtual, quer seja no espaço real, principalmente no espaço urbano.”
A voz coletiva da obra se mostra não só na diversidade dos enfoques apresentados em cada parte do livro como também no processo que antecede a elaboração de cada capítulo. “Este livro é um importante instrumento para que as discussões realizadas durante as reuniões do Grupo de Pesquisa Comunicação e Sociedade do Espetáculo, coordenadas pelo Prof. Cláudio Coelho, possam ser compartilhadas com outros pesquisadores sobre o tema, profissionais e estudantes de comunicação e também interessados em compreender as questões da contemporaneidade.” Esta é a opinião de uma das autoras do lançamento, Ethel Shiraishi Pereira, que defende a importância da publicação como forma de criar diálogo e ampliar a reflexão entre os pesquisadores do grupo e outros estudiosos do assunto. “Não se trata de uma receita pronta para os problemas enfrentados na área da cultura no Brasil, mas uma proposta de reflexão sobre o papel da produção cultural como crítica à sociedade do espetáculo.”
O Grupo de Pesquisa Comunicação e Sociedade do Espetáculo foi formado em 2006 por Coelho e reúne pesquisadores que se dedicam aos estudos sobre comunicação, cultura e política na sociedade do espetáculo. O lançamento da Paulus – Cultura, Comunicação e Espetáculo – é resultado de pesquisas apresentadas no II Seminário Comunicação, Cultura e Sociedade do Espetáculo, em 2013. Os capítulos são assinados por Claudio Novaes Pinto Coelho, Valdir José de Castro, Jaime Carlos Patias, Marcia Eliane Rosa, Juliana Andrea Vieira dos Santos, Adriana Sá Moreira, Gerson da Silva Esteves, Antonio Luiz Gonçalves Junior, Eliana Natividade, Mara Ferreira Rovida e Ethel Shiraishi Pereira.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

PORTAL MEMÓRIAS REVELADAS

O Arquivo Nacional acaba de lançar o novo Portal Memórias Reveladas: Centro de Referência das Lutas Políticas no Brasil (1964-1985). O Centro tem por objetivo geral ser um pólo difusor de informações contidas nos registros documentais sobre as lutas políticas no Brasil nas décadas de 1960 a 1980. Nele, fontes primárias e secundárias são gerenciadas e colocadas à disposição do público, incentivando a realização de estudos, pesquisas e reflexões sobre o período.
A ação do Centro promove o fortalecimento das instituições arquivísticas públicas, transformando-as em espaços de cidadania. São objetivos específicos do Centro:
1) Estimular pesquisas, na perspectiva da história, da sociologia, da antropologia, da ciência política e do direito, mediante:
• Controle das fontes primárias e da produção bibliográfica disponíveis;
• Busca de novas fontes documentais;
• Gerenciamento de instrumentos de pesquisa disponíveis e elaboração de novos instrumentos com caráter coletivo.
2) Promover amplo acesso às fontes de informação e de conhecimento assim sistematizadas, mediante:
• Criação de uma rede virtual de amplo espectro;
• Montagem de exposições;
• Edição (em suporte-papel ou em meio digital) de obras de referência, estudos monográficos e periódicos, em parceria com outras instituições;
• Confecção, em parceria, de material didático.
3) Contribuir para o debate de natureza acadêmica e política sobre o período, mediante:
• Organização de seminários e eventos de caráter interdisciplinar;
• Promoção de concursos monográficos;
• Intercâmbio com instituições congêneres, nacionais e estrangeiras.
Para conhecer o projeto acesse o site Memórias Reveladas.
Fonte: http://plataforma9.com/