domingo, 7 de maio de 2017

Por Mara Rovida Ferreira
“Quando, nos ambientes acadêmicos ou na mídia, o nome de Guy Debord é mencionado, normalmente ele é associado à expressão “sociedade do espetáculo”, geralmente entendida como o “inevitável domínio da mídia” na contemporaneidade ou o desejo, pretensamente natural, que as pessoas têm de “aparecer”.” Com essas palavras o organizador do livro ‘Cultura, Comunicação e Espetáculo’, Claudio Novaes Pinto Coelho, nos insere nessa obra de assinatura coletiva em que o espaço urbano, o teatro e os movimentos sociais são observados num momento em que as relações sociais estão cada vez mais próximas de uma forma superficial e esvaziada, como pensado por Guy Debord.
O livro, editado pela Paulus, é resultado do trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa Comunicação e Sociedade do Espetáculo, coordenado por Coelho na Faculdade Cásper Libero. “Pelos textos reunidos neste livro, é possível identificar um projeto de fundo que os alimenta, e que está presente desde a primeira formação deste grupo de pesquisa: como pensar criticamente? Uma tentativa de compreender nosso entorno político, cultural e artístico à luz do pensamento crítico, este mesmo, também, em processo de construção, sendo exposto e colocado à prova”, sintetiza Antonio Luiz Gonçalves Junior, um dos autores da obra. A diversidade dos temas e enfoques apresentados nos capítulos da publicação reflete a própria dinâmica do grupo de pesquisa composto por estudiosos com experiências e formações variadas que vão das artes cênicas às ciências exatas, passando pela comunicação e pelas ciências sociais.
Dada essa variedade de perspectivas que se encontram e se aproximam pela vertente crítica do pensamento debordiano, o livro está organizado em três partes. A primeira delas é dedicada à reflexão do espaço urbano, dos ambientes virtuais e das formas de interação nesse momento da sociedade capitalista – nomeado por Debord de Sociedade do Espetáculo. Embora a crítica marxista seja um fio condutor, pela própria influência de Guy Debord, a busca por alternativas ao espetáculo (esvaziamento de sentido) é contemplada em alguns capítulos. A cultura popular, por exemplo, aparece como alternativa possível à cultura espetacular.
A segunda parte tem forte assento nas artes cênicas. Os grandes musicais apresentados como modelos padronizados, por um lado, indicam o domínio das relações espetacularizadas e as apresentações experimentais, por outro lado, respaldam a possibilidade da arte como forma de resistência. Já na terceira parte do livro, os movimentos sociais em recentes mobilizações, como as Jornadas de Junho de 2013, são observados na dupla perspectiva, o espetáculo e a resistência ao esvaziamento de sentido.
Para Coelho, o principal objetivo do trabalho condensado no lançamento da Paulus é chamar a atenção para a naturalização do espetáculo.  “Além disso, a obra pretende, também, enfatizar que Debord atribuí um papel fundamental para a cultura. Por um lado, ela é um elemento decisivo para a reprodução da sociedade do espetáculo,  a partir do momento em que vivemos numa cultura marcada pela articulação entre a produção e o consumo de imagens e a produção e o consumo de mercadorias. Mas, por outro lado, a cultura pode servir também para  a crítica do capitalismo como modo de vida, por intermédio da produção de formas alternativas de comunicação, quer seja no espaço virtual, quer seja no espaço real, principalmente no espaço urbano.”
A voz coletiva da obra se mostra não só na diversidade dos enfoques apresentados em cada parte do livro como também no processo que antecede a elaboração de cada capítulo. “Este livro é um importante instrumento para que as discussões realizadas durante as reuniões do Grupo de Pesquisa Comunicação e Sociedade do Espetáculo, coordenadas pelo Prof. Cláudio Coelho, possam ser compartilhadas com outros pesquisadores sobre o tema, profissionais e estudantes de comunicação e também interessados em compreender as questões da contemporaneidade.” Esta é a opinião de uma das autoras do lançamento, Ethel Shiraishi Pereira, que defende a importância da publicação como forma de criar diálogo e ampliar a reflexão entre os pesquisadores do grupo e outros estudiosos do assunto. “Não se trata de uma receita pronta para os problemas enfrentados na área da cultura no Brasil, mas uma proposta de reflexão sobre o papel da produção cultural como crítica à sociedade do espetáculo.”
O Grupo de Pesquisa Comunicação e Sociedade do Espetáculo foi formado em 2006 por Coelho e reúne pesquisadores que se dedicam aos estudos sobre comunicação, cultura e política na sociedade do espetáculo. O lançamento da Paulus – Cultura, Comunicação e Espetáculo – é resultado de pesquisas apresentadas no II Seminário Comunicação, Cultura e Sociedade do Espetáculo, em 2013. Os capítulos são assinados por Claudio Novaes Pinto Coelho, Valdir José de Castro, Jaime Carlos Patias, Marcia Eliane Rosa, Juliana Andrea Vieira dos Santos, Adriana Sá Moreira, Gerson da Silva Esteves, Antonio Luiz Gonçalves Junior, Eliana Natividade, Mara Ferreira Rovida e Ethel Shiraishi Pereira.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

PORTAL MEMÓRIAS REVELADAS

O Arquivo Nacional acaba de lançar o novo Portal Memórias Reveladas: Centro de Referência das Lutas Políticas no Brasil (1964-1985). O Centro tem por objetivo geral ser um pólo difusor de informações contidas nos registros documentais sobre as lutas políticas no Brasil nas décadas de 1960 a 1980. Nele, fontes primárias e secundárias são gerenciadas e colocadas à disposição do público, incentivando a realização de estudos, pesquisas e reflexões sobre o período.
A ação do Centro promove o fortalecimento das instituições arquivísticas públicas, transformando-as em espaços de cidadania. São objetivos específicos do Centro:
1) Estimular pesquisas, na perspectiva da história, da sociologia, da antropologia, da ciência política e do direito, mediante:
• Controle das fontes primárias e da produção bibliográfica disponíveis;
• Busca de novas fontes documentais;
• Gerenciamento de instrumentos de pesquisa disponíveis e elaboração de novos instrumentos com caráter coletivo.
2) Promover amplo acesso às fontes de informação e de conhecimento assim sistematizadas, mediante:
• Criação de uma rede virtual de amplo espectro;
• Montagem de exposições;
• Edição (em suporte-papel ou em meio digital) de obras de referência, estudos monográficos e periódicos, em parceria com outras instituições;
• Confecção, em parceria, de material didático.
3) Contribuir para o debate de natureza acadêmica e política sobre o período, mediante:
• Organização de seminários e eventos de caráter interdisciplinar;
• Promoção de concursos monográficos;
• Intercâmbio com instituições congêneres, nacionais e estrangeiras.
Para conhecer o projeto acesse o site Memórias Reveladas.
Fonte: http://plataforma9.com/

domingo, 4 de setembro de 2016

Exposição "A Mão do Povo Brasileiro" volta ao MASP



Masp recria histórica mostra de arte popular montada por Lina Bo Bardi. Foto: Danilo Verpa/Folhapres

Folha de SP
Um são Jorge encara o público na entrada. Atrás e ao lado dele no primeiro andar do Masp estão tablados cheios de carrancas, ex-votos, tachos de alambique, colheres de pau, joias de escravas. No fundo, um Cristo agoniza na cruz que pende do teto. É o fim apoteótico da mostra ressuscitada agora num remake de exatidão obsessiva, milimétrica.
Quase meio século depois da primeira montagem de "A Mão do Povo Brasileiro", pesquisadores examinaram fotografias de época e listas de empréstimos para recriar com total fidelidade uma das mostras mais ambiciosas e controversas da história do museu.
Quando levou esses objetos de arte popular à exposição inaugural do Masp na avenida Paulista, Lina Bo Bardi já tinha alguma noção do potencial explosivo de seu gesto.
Ela chegou a montar uma mostra parecida em Roma, quatro anos antes, mas o evento foi interditado por ordem de agentes da ditadura, que discordavam dessa visão do Brasil quando tentavam emplacar a ideia de um país moderno, uma futura potência. No dia da abertura, que não ocorreu, o jornal "L'Espresso" concluía que "a arte dos pobres apavora os generais".
Em 1969, Bo Bardi desafiou mais uma vez os militares. Mais do que uma exposição, a mostra que abriu o museu foi uma espécie de manifesto cenográfico, em que sua idealizadora tentava mostrar objetos ditos do povo na mesma caixa resplandecente de vidro e concreto que abrigava quadros renascentistas e impressionistas.
"É importante entender esse momento", diz Adriano Pedrosa, diretor artístico do Masp. "Era o centro financeiro do Brasil, onde estavam obras-primas da arte europeia, e essa produção popular estava ali em contraste, em fricção radical com aquilo. Tem um dado subversivo que permanece, porque isso ainda é marginalizado, menosprezado. A gente vê certo preconceito com esse material."
No caso, um preconceito que vem se dissolvendo, dada a multiplicação de mostras do tipo em museus e galerias, que vêm bancando uma revisão da ideia de arte popular. Isso passa também pela implosão de rótulos como "naïf" ou "outsider", termos até há pouco comuns para indicar obras de nomes de fora do circuito tradicional das artes visuais.
Mesmo às vezes beirando o fetiche pelas ideias de Bo Bardi, o Masp parece se esforçar para liderar esse movimento, querendo superar, nas palavras de Pedrosa, a "distinção entre arte e artefato". Tanto que o museu planeja uma integração desses acervos, infiltrando carrancas e outros objetos do tipo entre os cavaletes de vidro do segundo andar, reservado à arte dos grandes mestres aceitos pela história.
Nesse sentido, o remake de "A Mão do Povo Brasileiro" é o primeiro passo na retomada da relação entre o alto e o baixo clero da coleção, mas também joga luz sobre o pensamento de Bo Bardi. "Nos esboços, a Lina anotava coisas como 'refletor de teatro', 'luz dramática'", observa Tomás Toledo, um dos organizadores da mostra. "Ela tinha uma preocupação cenográfica."
Isso se revela tanto na simetria dos tablados que sustentam os objetos quanto na ordem das peças, que lembra uma procissão religiosa. Flanar pelos corredores do primeiro andar do museu dá a sensação de ser um voyeur num desfile de formas incongruentes, de roupas de vaqueiro a peças de cerâmica, arte plumária, brinquedos, placas de feira e moendas de pedra.
No fundo, Bo Bardi quis arrebatar mais pelo acúmulo e pelo espanto dos volumes do que pelas peças individuais. Existe ali, como lembra Pedrosa, um horror ao vazio.
E à distância. Tanto que a arquiteta preferiu santos de procissão a figuras de altar, mais íntimas da multidão, e as luzes da galeria foram rebaixadas a uma tonalidade mais quente. O que ressurge no Masp é a exaltação dessa mão calejada e inquieta do povo.
A MÃO DO POVO BRASILEIRO
QUANDO
: abre nesta quinta (1º), às 20h; de ter. a dom., das 10h às 18h; qui., até 20h; até 29/1/2017
ONDE: Masp, av. Paulista, 1.578, tel. (11) 3149-5959
QUANTO: R$ 25, grátis às terças
http://www.folhanoroeste.com.br/noticia/detalhe/12465/masp-recria-historica-mostra-de-arte-popular-montada-por-lina-bo-bardi.html

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Registro da Literatura de Cordel como Patrimônio Imaterial pesquisas no Piauí

http://www.capitalteresina.com.br/noticias/cultura/iphan-estuda-reconhecer-literatura-de-cordel-como-patrimonio-imaterial-do-povo-brasileiro-32642.html
Créditos: Divulgação/Internet

Iphan estuda reconhecer literatura de cordel como patrimônio imaterial do povo brasileiro

No Piauí, 15 pessoas ligadas ao gênero foram entrevistadas
Autor: Jéssica Monteiro
PIAUÍ - O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), órgão ligado ao Ministério da Cultura, estuda reconhecer a literatura de cordel como patrimônio imaterial do povo brasileiro. Com a qualificação, o gênero de origem européia e tão típico do Nordeste brasileiro vai ganhar mais apoio governamental e, principalmente, vai ser mais acessível à pesquisa. 
A primeira parte do processo para o reconhecimento do estilo já está sendo realizada. Uma equipe de pesquisadores está viajando todos os estados do Nordeste, além dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, recolhendo informações sobre a atividade do cordelista. 

Arievaldo Viana, cordelista (Foto: Gabriel Tôrres/CT)

Arievaldo Viana, cordelista cearense de 47 anos, está trabalhando na pesquisa que dará embasamento ao trabalho do Iphan. No Piauí,? o poeta entrevistou 15 pessoas ligadas ao cordel e ficou bastante feliz com o resultado do trabalho. “Não é quantitativo, é uma coisa representativa equalitativa. Eu tenho quatro mulheres produzindo cordel aqui no estado e tenho casos também de gente bem jovem que está começando agora a produzir”, relata o cearense. 
O cearense lembra que a sua infância está ligada à história do cordel. Aos seis anos, Arievaldo foi alfabetizado com a ajuda do folhetim. “Eu percebi que ao longo desse período houve uma transformação muito grande, houve um momento em que o cordel foi considerado extinto”.
O que mudou, segundo a opinião do cordelista, foi a forma de apresentar o trabalho. “O cordel migrou das feiras. O público agora é outro, a forma de trabalhar e comercializar também mudaram. Hoje o cordel está dentro das escolas”, explica Arievaldo. Atualmente, o público da literatura é o universitário que está estudando o gênero e o aluno do ensino fundamental que está aprendendo a ler. 

domingo, 7 de junho de 2015

Encontro Literário com Escritores Paraenses debate Cordel e Trovas

http://feiradolivro.pa.gov.br/encontro-literario-com-escritores-paraenses-debate-cordel-e-trovas

NOTÍCIAS

Encontro Literário com Escritores Paraenses debate Cordel e Trovas

Publicado em 05-06-2015 às 12:20 h
Uma narrativa baseada na realidade ou na ficção, mas que deve possuir sempre sete sílabas. Esta é a estrutura da literatura de cordel, que ao lado da estrutura de trovas, foi tema que debatido no Encontro Literário com Escritores Paraenses, na quinta-feira, 4 de junho, no auditório Dalcídio Jurandir, dentro da programação da XIX Feira Pan-Amazônica do Livro.
No palco duas referências paraenses no assunto, Claúdio Cardoso de Andrade Costa e Antonio Juraci Siqueira, com intermédio do escritor Daniel Leite abordaram questões como o regionalismo na produção, a representação no campo social, e no campo filosófico.
O estudante de história da Faculdade Integrada Brasil Amazônia (Fibra), Hugo Caetano de 23 anos, está trabalhando em um estande na Feira e conseguiu conciliar o seu tempo para participar do encontro “Sempre busco participar de momentos como este, hoje foi fantástico, um momento de enriquecimento cultural” contou.
Dentro da XIX Feira Pan-Amazônica do Livro a literatura de cordel está em evidência, no espaço de livros infantil um estande todo dedicado a venda dos folhetos pendurados em barbante, apresentação clássica do cordel.
“Todo esse espaço e visibilidade que o cordel e o cordelista estão tendo dentro da Feira é muito importante, pois o cordel já foi mal visto, e debates que reforçam o cordel como literatura é muito bom. Sou um apaixonado por cordel” destacou Juraci Siqueira.
No próximo sábado, 6 de junho, às 10h será realizado o V Encontro de Cordelistas da Amazônia, com o tema “Cordel e Literatura: A apartação”, com Aderaldo Luciano dos Santos, Antonio Juraci Siqueira, João de Castro e Cláudio Cardoso.
Hoje, sexta-feira, dia 5, o Encontro Literário com Escritores Paraenses, traz o tema: “Edições, Papel e Tela”, com Nilson Oliveira e Vasco Cavalcante. Começa às 17h30, no auditório Dalcídio Jurandir.
Texto: Fernanda Scaramuzzini
Foto: Anderson Silva
Ascom – Feira do Livro

XI Festival de Violeiros Repentistas de Salvador

http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/festival-de-violeiros-repentistas-reune-sete-duplas-no-pelourinho/?cHash=bf6df35b7ca2441627c4e606ebb5ab61

Quem gosta de uma boa peleja de viola não pode perder o XI Festival de Violeiros Repentistas de Salvador, que acontece hoje, a partir das 13h, na Praça Tereza Batista, no Pelourinho.
Com entrada gratuita, o evento promove a literatura de cordel, expressão cultural que tem representantes em todo o estado.
No evento, o público pode conferir duplas de violeiros, todos repentistas e cordelistas, que mostrarão modalidades como a sextilha, quadra, mote de 7, mote de 10, beira mar, martelo agalopado, rojão, pernambucano e martelo  alagoano.
Idealizado pelo cordelista Paraíba da Viola, 73 anos, o festival volta a acontecer após quatro anos, viabilizado pelo edital Arte em Toda Parte, da Fundação Gregório de Mattos. Paraíba é um dos cordelistas mais conhecidos do estado e um dos articuladores da Banca dos Trovadores, que fica na Praça Cayru, no Comércio.
A programação do festival começa com apresentação do grupo Samba Chula de São Braz e segue com as duplas de violeiros, que vêm de diferentes regiões."Funciona como uma espécie de concurso amistoso", explica o produtor Germano Estácio de Jesus, acrescentando que cada dupla deve se apresentar por volta de 25 minutos, com temática livre.
Todos receberão um troféu e terão publicadas suas obras em um livreto de cordel confeccionado pelo projeto. “Nosso objetivo é que o festival se fixe no calendário e também consiga realizar  uma edição nacional”, acrescenta Germano.  

sábado, 25 de abril de 2015

FEIRA DE CORDEL EM FORTALEZA

Cantadores, cordelistas e repentistas da cidade vão animar a Feira de Cordel que acontece no próximo sábado (25/04), a partir das 9h, na Praça General Tibúrcio, mais conhecida como Praça dos Leões, no Centro de Fortaleza. A iniciativa surgiu a partir do Movimento Cultural Domingo na Praça, que busca formas de ocupação da área central da cidade. Com a Feira, os organizadores querem contribuir para a criação e desenvolvimento da literatura de cordel no Ceará.


Foram convidados os cantadores e repentistas Geraldo Amâncio, Atanias Fernando e Zé Maria, além dos declamadores Evaristo, Luca Rocas, Edson Nélio, Paulo de Tarso, Cícero Modeste e Jotabê. Além do encontro de cantores, cordelistas e repentistas da cidade, haverá a venda de cordéis, CDs, livros e DVDs.

O Cordel é de produção típica do Nordeste brasileiro e é bastante popular pela forma escrita rimada e pelas histórias do cotidiano que são impressas em folhetos. E, em Fortaleza, o Cordel vem ocupando os mercados e os equipamentos culturais, levando cultura e arte à população.

A realização do evento é Livraria FT, CCDS, Restaurante Lions, Casa Fora do Eixo Nordeste e Prodisc.

Mais informações pelo fone 85 3262 5011 e nas redes sociais: http://on.fb.me/1HqUyOe e FB/casaforadoeixonordeste

Fonte: Agência da Boa Notícia