quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Registro da Literatura de Cordel como Patrimônio Imaterial pesquisas no Piauí

http://www.capitalteresina.com.br/noticias/cultura/iphan-estuda-reconhecer-literatura-de-cordel-como-patrimonio-imaterial-do-povo-brasileiro-32642.html
Créditos: Divulgação/Internet

Iphan estuda reconhecer literatura de cordel como patrimônio imaterial do povo brasileiro

No Piauí, 15 pessoas ligadas ao gênero foram entrevistadas
Autor: Jéssica Monteiro
PIAUÍ - O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), órgão ligado ao Ministério da Cultura, estuda reconhecer a literatura de cordel como patrimônio imaterial do povo brasileiro. Com a qualificação, o gênero de origem européia e tão típico do Nordeste brasileiro vai ganhar mais apoio governamental e, principalmente, vai ser mais acessível à pesquisa. 
A primeira parte do processo para o reconhecimento do estilo já está sendo realizada. Uma equipe de pesquisadores está viajando todos os estados do Nordeste, além dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, recolhendo informações sobre a atividade do cordelista. 

Arievaldo Viana, cordelista (Foto: Gabriel Tôrres/CT)

Arievaldo Viana, cordelista cearense de 47 anos, está trabalhando na pesquisa que dará embasamento ao trabalho do Iphan. No Piauí,? o poeta entrevistou 15 pessoas ligadas ao cordel e ficou bastante feliz com o resultado do trabalho. “Não é quantitativo, é uma coisa representativa equalitativa. Eu tenho quatro mulheres produzindo cordel aqui no estado e tenho casos também de gente bem jovem que está começando agora a produzir”, relata o cearense. 
O cearense lembra que a sua infância está ligada à história do cordel. Aos seis anos, Arievaldo foi alfabetizado com a ajuda do folhetim. “Eu percebi que ao longo desse período houve uma transformação muito grande, houve um momento em que o cordel foi considerado extinto”.
O que mudou, segundo a opinião do cordelista, foi a forma de apresentar o trabalho. “O cordel migrou das feiras. O público agora é outro, a forma de trabalhar e comercializar também mudaram. Hoje o cordel está dentro das escolas”, explica Arievaldo. Atualmente, o público da literatura é o universitário que está estudando o gênero e o aluno do ensino fundamental que está aprendendo a ler. 

domingo, 7 de junho de 2015

Encontro Literário com Escritores Paraenses debate Cordel e Trovas

http://feiradolivro.pa.gov.br/encontro-literario-com-escritores-paraenses-debate-cordel-e-trovas

NOTÍCIAS

Encontro Literário com Escritores Paraenses debate Cordel e Trovas

Publicado em 05-06-2015 às 12:20 h
Uma narrativa baseada na realidade ou na ficção, mas que deve possuir sempre sete sílabas. Esta é a estrutura da literatura de cordel, que ao lado da estrutura de trovas, foi tema que debatido no Encontro Literário com Escritores Paraenses, na quinta-feira, 4 de junho, no auditório Dalcídio Jurandir, dentro da programação da XIX Feira Pan-Amazônica do Livro.
No palco duas referências paraenses no assunto, Claúdio Cardoso de Andrade Costa e Antonio Juraci Siqueira, com intermédio do escritor Daniel Leite abordaram questões como o regionalismo na produção, a representação no campo social, e no campo filosófico.
O estudante de história da Faculdade Integrada Brasil Amazônia (Fibra), Hugo Caetano de 23 anos, está trabalhando em um estande na Feira e conseguiu conciliar o seu tempo para participar do encontro “Sempre busco participar de momentos como este, hoje foi fantástico, um momento de enriquecimento cultural” contou.
Dentro da XIX Feira Pan-Amazônica do Livro a literatura de cordel está em evidência, no espaço de livros infantil um estande todo dedicado a venda dos folhetos pendurados em barbante, apresentação clássica do cordel.
“Todo esse espaço e visibilidade que o cordel e o cordelista estão tendo dentro da Feira é muito importante, pois o cordel já foi mal visto, e debates que reforçam o cordel como literatura é muito bom. Sou um apaixonado por cordel” destacou Juraci Siqueira.
No próximo sábado, 6 de junho, às 10h será realizado o V Encontro de Cordelistas da Amazônia, com o tema “Cordel e Literatura: A apartação”, com Aderaldo Luciano dos Santos, Antonio Juraci Siqueira, João de Castro e Cláudio Cardoso.
Hoje, sexta-feira, dia 5, o Encontro Literário com Escritores Paraenses, traz o tema: “Edições, Papel e Tela”, com Nilson Oliveira e Vasco Cavalcante. Começa às 17h30, no auditório Dalcídio Jurandir.
Texto: Fernanda Scaramuzzini
Foto: Anderson Silva
Ascom – Feira do Livro

XI Festival de Violeiros Repentistas de Salvador

http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/festival-de-violeiros-repentistas-reune-sete-duplas-no-pelourinho/?cHash=bf6df35b7ca2441627c4e606ebb5ab61

Quem gosta de uma boa peleja de viola não pode perder o XI Festival de Violeiros Repentistas de Salvador, que acontece hoje, a partir das 13h, na Praça Tereza Batista, no Pelourinho.
Com entrada gratuita, o evento promove a literatura de cordel, expressão cultural que tem representantes em todo o estado.
No evento, o público pode conferir duplas de violeiros, todos repentistas e cordelistas, que mostrarão modalidades como a sextilha, quadra, mote de 7, mote de 10, beira mar, martelo agalopado, rojão, pernambucano e martelo  alagoano.
Idealizado pelo cordelista Paraíba da Viola, 73 anos, o festival volta a acontecer após quatro anos, viabilizado pelo edital Arte em Toda Parte, da Fundação Gregório de Mattos. Paraíba é um dos cordelistas mais conhecidos do estado e um dos articuladores da Banca dos Trovadores, que fica na Praça Cayru, no Comércio.
A programação do festival começa com apresentação do grupo Samba Chula de São Braz e segue com as duplas de violeiros, que vêm de diferentes regiões."Funciona como uma espécie de concurso amistoso", explica o produtor Germano Estácio de Jesus, acrescentando que cada dupla deve se apresentar por volta de 25 minutos, com temática livre.
Todos receberão um troféu e terão publicadas suas obras em um livreto de cordel confeccionado pelo projeto. “Nosso objetivo é que o festival se fixe no calendário e também consiga realizar  uma edição nacional”, acrescenta Germano.  

sábado, 25 de abril de 2015

FEIRA DE CORDEL EM FORTALEZA

Cantadores, cordelistas e repentistas da cidade vão animar a Feira de Cordel que acontece no próximo sábado (25/04), a partir das 9h, na Praça General Tibúrcio, mais conhecida como Praça dos Leões, no Centro de Fortaleza. A iniciativa surgiu a partir do Movimento Cultural Domingo na Praça, que busca formas de ocupação da área central da cidade. Com a Feira, os organizadores querem contribuir para a criação e desenvolvimento da literatura de cordel no Ceará.


Foram convidados os cantadores e repentistas Geraldo Amâncio, Atanias Fernando e Zé Maria, além dos declamadores Evaristo, Luca Rocas, Edson Nélio, Paulo de Tarso, Cícero Modeste e Jotabê. Além do encontro de cantores, cordelistas e repentistas da cidade, haverá a venda de cordéis, CDs, livros e DVDs.

O Cordel é de produção típica do Nordeste brasileiro e é bastante popular pela forma escrita rimada e pelas histórias do cotidiano que são impressas em folhetos. E, em Fortaleza, o Cordel vem ocupando os mercados e os equipamentos culturais, levando cultura e arte à população.

A realização do evento é Livraria FT, CCDS, Restaurante Lions, Casa Fora do Eixo Nordeste e Prodisc.

Mais informações pelo fone 85 3262 5011 e nas redes sociais: http://on.fb.me/1HqUyOe e FB/casaforadoeixonordeste

Fonte: Agência da Boa Notícia

Cícero Manoel lança livro em cordel com histórias de Alagoas


Dedicado ao estudo e produção de literatura de cordel desde a infância, o escritor alagoano Cícero Manoel, 24, da cidade de Santana do Mundaú, lançou este mês seu primeiro livro do gênero: 'Versos de um cordelista'.
A coletânea reúne histórias inéditas e algumas já publicadas em folhetos que contam 'causos' do cotidiano do Nordeste.

Responsável pela produção artesanal das histórias, desenhos e livretos, no modelo dos livros de cordel comercializados em feiras livres do Nordeste, Cícero Manoel expõe que a publicação de um livro produzido em uma gráfica é uma oportunidade que poucos cordelistas alcançaram.

“Fazer literatura no Nordeste já exige um grande esforço. E quando a produção se trata de cordel a dedicação precisa ser ainda maior. Principalmente porque depois do avanço da tecnologia a literatura de cordel vem desaparecendo dos espaços públicos que se fazia presente. A exemplo de feiras e praças”, diz.
Segundo ele, para o livro 'Versos de um cordelista' foram reunidas histórias que possuem relação direta com a cultura popular do interior de Alagoas.
“Entre as histórias e 'causos' estão relatos de humor e críticas que fazem um resgate da cultura popular, mostrando um pouco do cotidiano do interior do Nordeste”, completa.

Publicado pela editora Viva, o livro está sendo comercializado no campus V da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal), em União dos Palmares.
Escritor
Filho de pai analfabeto e uma mãe que nem ao menos terminou o segundo grau, Cícero Manoel, que atualmente estuda Letras na Uneal, nasceu em Garanhuns, Pernambuco, e foi criado em Santana do Mundaú, Alagoas.

Entre seus principais textos em cordeis estão relatos ficcionais e dramas da vida real, a exemplo do cordel 'A enchente de 2010 e os desastres em Santana do Mundaú', que conta o drama das famílias que enfrentaram a tragédia. Na ficção há histórias de 'causos' como como 'A morte de João Pinguço', 'A mulher que capou o marido', 'O casamento forçado' e até mesmo histórias de romance como 'A romântica história de Tião e Ana Luiza' e 'O romance de Armando e Aline".
Fonte: http://g1.globo.com/al/alagoas/noticia/2015/04/escritor-lanca-livro-em-cordel-com-historias-da-cultura-de-alagoas.html 

Exposição "Um Canto, Dois Sertões apresenta uma perspectiva antropológica da obra de Arthur Bispo do Rosário


Fonte: http://www.dgabc.com.br/Noticia/1306067/bispo-do-rosario-entre-seus-dois-universos

Nascimento: Japaratuba, sertão do Sergipe, 1909. Morte: Colônia Juliano Moreira, Jacarepaguá, bairro rural do Rio de Janeiro, 1989. As duas localidades são centrais não só na vida, mas também na produção artística de Arthur Bispo do Rosário. A religiosidade, o folclore, as festas populares, as memórias da vivência juvenil em Sergipe são traços facilmente reconhecíveis nos objetos que ele criou, como se vê na mostra "Um Canto, Dois Sertões", em cartaz no Museu Bispo do Rosário.
O museu fica na antiga colônia para doentes mentais de Jacarepaguá, que abrigou Bispo, diagnosticado esquizofrênico-paranoico, por 50 anos. Para conceber a exposição, uma equipe foi a Japaratuba, a 50 km de Aracaju, e estabeleceu as relações da arte popular local com a poética do artista.
O curador do museu, Ricardo Resende, considera que é a primeira vez que a obra esteja sendo contextualizada para além da condição psíquica de Bispo, em abordagem antropológica que leva em conta as raízes de seu sincretismo religioso e suas obsessões.
São 150 obras que revelam seus dois universos. Logo na entrada, foram dispostos objetos que remetem às festas sergipanas. Um barco de madeira com velas bordadas por Bispo simboliza as cheganças, folguedos dramatizados à beira-mar em que os participantes se vestem como marinheiros.
O ringue de "diversões teatrais", o carrossel, a vida quilombola - descendia de escravos e se acredita que tenha nascido num quilombo - também são vestígios da infância sertaneja. A controvérsia sobre o nascimento de Bispo (cogitava-se 1911, além de 1909) foi esclarecida pela certidão de batismo achada na Igreja de Nossa Senhora da Saúde.
A relação mais direta entre os "dois sertões" se vê no segundo andar, onde foram dispostas lado a lado vestes tradicionais das festas de reis: femininas, ricas em fitas coloridas; masculinas, inspiradas em trajes de marinheiros; os uniformes e o manto bordado à mão por 25 anos com tecidos e linhas de que dispunha. Ele rasgava os panos e puxava os fios, enrolados em carretéis e usados como matéria-prima. Não por acaso, Japaratuba, onde viveu até ingressar na Marinha e vir para o Rio, aos 18 anos, é uma cidade de bordadeiras.
A missão de inventariante de todos os objetos existentes no mundo se revela não só nos tecidos, mas em objetos recobertos e ressignificados por ele: utensílios de cozinha, brinquedos, raquetes. "No início do século 20, as crianças não tinham brinquedos, então ele, como as demais, fabricava objetos para brincar, usando madeira, sabugo de milho", destaca o curador, para quem a mostra traz uma perspectiva diferente sobre Bispo, classificado como o primeiro grande artista contemporâneo brasileiro por especialistas.
"Ele está sempre inserido no contexto da arte contemporânea, mas aqui ressaltamos os aspectos de arte popular. Mas é uma tentativa de releitura, e não a transformação em artesanato. A obra de Bispo já se afirmou o suficiente para que não tenhamos medo disso: pelo contrário, essa leitura a engrandece."
A cela de Bispo na colônia foi recriada poeticamente, com a pesada porta de ferro, a cama diminuta com manta e dossel elaborados por ele, e, projetada na parede, uma visão da Virgem de Laranjeiras, da região de Japaratuba. O celibatário Bispo tinha fixação por virgens. Aparelho de lobotomia e choque, usados até os anos 1960 na colônia, compõem o ambiente.
"Ele subvertia seu papel na colônia: o hospício é o lugar do fraco, da massificação do sujeito, da não-subjetividade. Ele conseguia ajuda das pessoas pelo que criava, embora não fosse visto como arte", diz a diretora Raquel Fernandes, lembrando que a obra, composta por cerca de 800 itens, ainda não ganhou um catálogo raisonné - compilação de todos os trabalhos do artista. O conjunto é de propriedade pública (Bispo não deixou parentes), e ainda será catalogada.
Cinquenta obras de dez artistas contemporâneos convidados suscitam novas discussões. A instalação sonora de Felipe Julian e Sandra Ximenez transmite a leitura de escritos de Bispo, que, misturadas ao som ambiente dos pavilhões, das áreas externas da colônia e das festas de sua terra, provocam a sensação de se ouvir vozes tumultuadas, característica da condição de Bispo.
Os desenhos propostos pela mineira Marta Neves fazem ponte ainda mais direta entre as duas realidades: ela pediu a moradores da colônia que imaginassem Japaratuba e a habitantes da cidade que pintassem Jacarepaguá. São paisagens inventadas por pessoas que não conhecem os locais retratados, e que veem em Bispo um elo entre os dois.
Ligado à Secretaria Municipal de Saúde, sem orçamento próprio, o museu é desconhecido. Fica a 30 quilômetros do centro e não tem programação regular voltada a divulgar a obra que guarda. Hoje com perfil de casa de repouso para idosos, a colônia, ou Instituto Municipal de Assistência à Saúde, tem 300 moradores remanescentes do manicômio, e está fazendo 90 anos. "Temos buscado ampliar o alcance da obra, é uma missão fazer que o museu seja conhecido e frequentado. A zona oeste é quase um deserto de equipamentos culturais, mesmo sendo a região mais populosa do Rio", disse a diretora.
"A ideia é focar no Bispo. Quem vai sair do centro para vir a Jacarepaguá para ver um Ernesto Neto, que pode encontrar no Museu de Arte Moderna?", provoca Resende, para quem Bispo é artista em alta. Este ano, o museu atendeu a pedidos de empréstimos para instituições brasileiras e de Nova York, Barcelona e México. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
UM CANTO, DOIS SERTÕES: BISPO DE ROSÁRIO
A exposição ficará em cartaz até o dia 3 de outubro, no Museu Bispo do Rosário (Estrada Rodrigues Caldas, 3.400, Colônia Juliano Moreira, Jacarepaguá, (21) 3432-2402). De 3ª a dom., das 10h às 17h. Grátis. Até 3/10

domingo, 14 de dezembro de 2014

Participação feminina na Academia Piauiense de Literatura de Cordel

Fonte: redacao@cidadeverde.com

Entre as 35 cadeiras da Academia Piauiense de Literatura de Cordel (APLC), cinco são ocupadas por mulheres. Elas, assim como os demais acadêmicos, foram empossadas na noite dessa sexta-feira (5), durante a solenidade de instalação da APLC, na sede do projeto “Música para Todos”, em Teresina. Após apresentação musical com alunos do projeto, o presidente da Academia, Gonçalo Ferreira, abriu o evento, com a nomeação do poeta Pedro Costa como presidente da entidade. “Esse é um momento histórico para o Piauí e é o resultado da obstinação dos poetas”, disse.
Pedro Costa agradeceu aos presentes e destacou a importância do poeta Pedro Mendes, presidente da Casa do Cantador e idealizador da Festa dos Violeiros, que começou a difundir o cordel no Piauí em 1962. “Comecei como violeiro há 30 anos e depois passei para o cordel. É um trio perfeito: música, cordel e xilogravura. Estamos muito felizes por essa conquista”, disse o presidente da APLC.
Entre os presentes estava o secretário municipal de Cultura, Lázaro do Piauí, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE), desembargador Edvaldo Moura, e Dora Medeiros, do Conselho de Cultura. Após a abertura, houve a entrega dos mantos – uma espécie de capa – e um diploma a cada um dos empossados. A professora Josefina Ferreira, cujo mestrado foi voltado à literatura de cordel, passa a ocupar a cadeira número 4 da Academia, tendo como patrono o poeta Hermínio Castelo Branco.
Natural de São João do Piauí, Josefina quer levar sua formação adiante e investir no doutorado, sem perder o foco na literatura de cordel, uma paixão adquirida na infância, quando via sua mãe ler os folhetos para a vizinhança. “Minha casa era uma sala de aula. Foi aí que começou minha paixão pelo cordel. Logo que aprendi a ler passei a fazer o mesmo que minha mãe”, conta. É com essa linguagem mais acessível e ritmada que a pedagoga quer se aproximar do universo infantil.
“Muitos projetos podem ser desenvolvidos a partir do cordel e voltados ao público infantil. A Academia veio para integrar os poetas e para ser um espaço onde a população vai poder conhecer mais esse gênero literário”, pontua. Josefina possui cinco folhetos publicados, dentre eles “A história da escrita: das paredes, das cavernas às telas do computador”. Além disso suas obras integram a Antologia Transcultural de Poesia Feminina, com trabalhos de 13 poetisas.
A APLC vai funcionar na mesma sede da Fundação Nordestina de Cordel (Funcor), no bairro Parque Itararé, em Teresina.

redacao@cidadeverde.com
 Imprimir